segunda-feira, 30 de abril de 2018

#17 repensando meu uso da internet (outra vez)


Comecei a escrever o texto de hoje no dia 24.04:
 
Faz algumas semanas que não tenho levado a sério minha resolução de repensar meu uso da internet. Ou seja, tenho perdido muito tempo de bobeira na internet. Uma receita garantida de fracasso em outros projetos.  

Então achei melhor passar uns dias prestando atenção nisso, começando hoje dia 24 quando quase respondi uma pergunta num site sobre um destino de férias que já visitei algumas vezes. Me dei conta que viajar é uma prioridade tão baixa na minha vida atualmente que não faz sentido perder tempo no assunto. Bora investir meu tempo no que realmente importa.
 
Aproveitei e resolvi - pela enésima vez - que vou dar um tempo na leitura de jornal online. Sim, eu continuo lendo o Guardian, a última notícia que li foi hoje de manhã sobre a geração Windrush. Chega! Da próxima vez que eu quiser muito ler jornal, vou convidar meu marido para ir tomar um café na cafeteria onde sempre tem uma cópia do jornal da região, daí já fico por dentro do que está acontecendo na minha volta.

Então o que fiz hoje (24.04) com meu tempo livre: 
  • fui no médico investigar meu problema de tontura/ouvido
  • fiz progresso com meu projeto de digitalizar aquele livro
  • me apresentei para a nova vizinha
  • cuidei das plantas
  • fui no lugar onde sei que tem madeira abandonada pegar um palete (quero fazer 3 mesinhas + uma prateleira com madeira reaproveitada). Encontrei um palete com madeira linda e de qualidade! Primeira vez na vida que me acontece de encontrar um palete tão bom assim.
  • enquanto serrava o palete para que coubesse no carro, apareceu um cachorro (perdido? de rua?) Brinquei e fiz carinho nele. Um fofura de cachorro, tão companheiro. Resisti a tentação de adotá-lo ali mesmo! Mas comuniquei sua localização ao órgão municipal que cuida disso. Fiquei um tempão ali esperando que aparecessem, enquanto aproveitava a companhia do cachorro.  
Usei o google: procurei infos sobre cuidado de hibiscus, que a minha planta não está com uma cara muito boa.
 
Não usei o google:
quase procurei informações sobre o III Ultra Tri Spain, curiosa para saber por onde vai passar... mas vou deixar pra procurar isso um outro dia, quero realmente dar um tempo
quase procurei quem cantava "vou deixar tudo pra ser um krishna um punk um rajnish" Mas depois lembrei por conta. Replicantes! "hippie, punk, rajneesh" disponível no spotify, fez parte da trilha sonora da minha adolescência.

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Esse foi o primeiro dia, e os demais? Incrível como abrir o google e pesquisar alguma coisa é um algo que acontece tão no automático... Só para dar um exemplo: escrevi que a música Hippie Punk Rajneesh do Replicantes tinha sido trilha sonora da minha adolescência. Tive vontade de googlear seu ano. Cheguei a abrir o google e digitar replicantes hippie punk raj... daí eu pensei "putz, mas o que eu estou fazendo!?" Que diferença faz saber o ano exato? Eu lembro de ser adolescente e escutar Replicantes no rádio e cantar junto "nunca mais eu ouço você! nunca mais eu caio do beliche (?!), vou deixar tudo pra ser um hippie, um punk, um rajneesh!" Se a letra era essa mesma, eu se era outra, em que ano foi... tanto faz. Fechei o google e continuei sem saber. Mas só um exemplo, quantas vezes ao longo do dia eu vou conferindo trivia que não acrescenta absolutamente nada na minha vida...
 
Então durante esses últimos dias eu fiquei sem saber o seguinte:
  • como é mesmo o nome do diretor do meu filme preferido de todos os tempos (O Visitante)
  • resenha de um filme "Downsizing" com aquele ator que fez Bourne isso e aquilo (não lembro o nome dele, normalmente pesquisaria no google)
  • por onde anda a Kátia Suman
     
Por outro lado eu usei a internet para coisas mais produtivas:
  • procurar infos sobre as minhas plantas
  • procurar novas idéias de como fazer mesinhas de palete, porque a minha última ficou com cara de banco. Achei um site nota 10: instructables e acabei encontrando uns canais ótimos no youtube sobre trabalhar com madeira
  • pesquisar uma dúvida que tenho em espanhol: 'ado' que vira 'ao'.  Ao invés de 'pescado', tem gente que fala 'pescao'.
 
E longe da internet, fiz bom uso do meu tempo:
  • arrumei minha mesa, que estava bem bagunçada - deu bastante trabalho olhar para tanto papel
  • deletei fotos do meu PC e telefone
  • plantei uma trepadeira na sacada  
  • desmanchei o palete, cortei e lixei a madeira. Montei uma prateleira para colocar produtos de limpeza.
Recebi um email de um site que eu gosto muito (Greater Good - University of Berkeley) mencionando que hoje dia 30.04 começa "screen free week" e das vantagens de tirar umas férias das telas. Bem quando estou nessa vibe de limitar meu uso da internet. Resolvi então parar de olhar tantas dicas de projetos de madeira no youtube/instructables. Vou fazer meus projetos com o pouco conhecimento que já tenho e usando as minhas ferramentas básicas. Meu marido já estava me incentivando a comprar uma serra circular! Mas pra que mesmo estou fazendo esses projetos? Para me divertir (adoro manusear madeira) e sentir aquela satisfação que fazer um pequeno móvel me traz, por mais tosco que seja o resultado final. Não estou atrás de perfeição, e sim de diversão; meu padrão de qualidade se resume a "ser bom que chega"

Prateleira boa que chega :)

 

segunda-feira, 23 de abril de 2018

#16 simbora ser feliz com o marido


Meu marido está sempre me convidando para atividades variadas. Tenho evitado responder com "pode ser". Êta coisa sem graça para se dizer! Aliás durante 2018 estou tentando banir "pode ser" do meu vocabulário. Então agora é 'sim', 'vamos', ou então 'pra falar a verdade, não estou lá muito a fim'. Se bem que, como essa resposta é meio vaga, meu marido sempre aproveita para dizer 'arrá, quer dizer que está um pouquinho a fim?'. Kkkk. Melhor ser sincera e dizer que não estou a fim e pronto, se realmente não tenho vontade. Mas na maioria das vezes, mesmo quando não estou lá muito a fim, aceito os convites dele e fazemos um monte de coisas juntos.

Alguns dos muitos convites randômicos que ele me fez este ano: 
  • Vem ficar na cozinha comigo enquanto faço um bolo?
  • Que tal colocar a comida em potinhos e comer na praia, olhando o por do sol?
  • Vamos fazer uma pedalada noturna pela cidade para ver as luzes de Natal antes que tirem tudo?
  • Que tal experimentar aquele restaurante no topo da colina?
  • Quer conhecer o lugar onde pratico o meu hobby?
  • Ao invés de comprar areia na loja de material de construção, o vizinho me explicou que tem uma obra abandonada onde todo mundo pega areia... quer roubar areia comigo?
 Simbora!
 

 

sábado, 21 de abril de 2018

#15 com o coração bem mais leve


Uma coisa muito boa que me aconteceu umas semanas atrás foi a reconciliação com uma pessoa querida (PQ para simplificar). Quando nos conhecemos foi uma simpatia instantânea. Eventualmente entramos numa rotina de fazer caminhadas na natureza ou almoço nos domingos. Uma pessoa muito bacana que eu admirava muito pela sua maneira gentil, tolerância e generosidade. Aliás sinto que melhorei através desse convívio: comecei a me esforçar para ser bem mais gentil e tolerante. Passamos alguns Natais juntas, viajamos de férias mais de uma vez (e deu tudo certo!). Uma amizade de pedir e oferecer apoio e conselhos em momentos complicados. No geral foram anos de amizade muito tranquila, talvez a gente se desse tão bem justamente por não ser aquela coisa intensa de se ver muito seguido - nos encontrávamos a cada 4 ou 6 semanas. Foi assim por anos e anos, nos conhecemos em 2003. Tudo ia muito bem até que...
 
...Sabe quando um acontecimento político divide as pessoas? As vezes a gente se vê do outro lado que nossos queridos parentes e amigos dessas questões políticas que tanto nos afetam e nos incomodam. Acho uma lástima mesmo, mas infelizmente acontece. Inclusive sei de pessoas que acabaram cortando relacionamento com parentes próximos por conta de desentendimentos políticos. Foi então uma coisa assim que aconteceu comigo e com essa PQ. Fiquei super chateada com uma grosseria que ela me fez e escrevi um email lamentando que ela estava colocando política acima da nossa amizade. Isso em 2016 e nunca tive retorno. Se por um lado isso estava me incomodando um monte, afinal gostava mesmo da pessoa... por outro eu já estava aceitando que nossa amizade tinha se ido pelo ralo.

Até que umas semanas atrás resolvi contatá-la novamente: mandei uma mensagem simpática e bem curtinha de aniversário. Poucas horas depois recebi um email muito emocionado da PQ, pedindo mil desculpas pela grosseria de 2016, dizendo que valoriza muito a nossa amizade, que jamais colocaria política acima do nosso relacionamento. Que não tinha me contato antes por nem saber como reagir e pedindo desculpas por isso também. Que tinha ficado super feliz com a lembrança do aniversário e por eu ter entrado em contato. Sugeriu uma caminhada, para a gente se ver e colocar o papo em dia. Talvez demore pra sair a caminhada já que agora estou morando tão longe. Mas enfim receber o email dessa PQ foi uma alegria imensa. Eu estava muito triste pelo jeito que nossa amizade tinha se acabado. Já liguei e coloquei o papo em dia. Não sei como será daqui pra frente. Mesmo se a amizade acabar se perdendo, fiquei muito feliz que conseguimos superar aquele desentendimento de 2016. Sinto que tirei um peso enorme do coração.

quarta-feira, 11 de abril de 2018

#14 melhor momento do dia


Faz muitos anos que eu raramente perco uma alvorada, meu momento preferido do dia. Por sorte/natureza sou uma pessoa madrugadora e todos os dias eu acordo cedo (entre 5h e 6h). Mas a alvorada é variável, depende da estação do ano, latitude, mudanças de horário etc então quando viajo: sempre confiro que horas o sol nasce. Gosto de estar na rua bem antes, já que a parte mais legal ocorre justamente antes do sol nascer, com o colorido das nuvens e mudanças no céu antes do sol dar as caras ou não. Por muitos anos meu horário de trabalho me impedia de ver a alvorada, já que tinha que sair de casa com certa antecedência para chegar na empresa a tempo... mas uns anos atrás passei a trabalhar de casa e desde então minha vida mudou para muito melhor.

Gosto tanto desse momento do dia que acabei entrando numa rotina para aproveitá-lo ao máximo:
- Na maioria dos dias caminho por uma hora na natureza. Eu adoraria sair caminhando a partir de casa, mas eu moro num bairro extremamente sem graça. Então eu sempre pego o carro e dirijo 20 minutos para caminhar na beira mar. Enquanto caminho aproveito para meditar (bondade amorosa), ou então escuto algum programa de música. E sempre dedico um tempo para simplesmente prestar atenção na natureza, na brisa no rosto, gaivotas e outras aves, flores silvestres, nuvens coloridas do amanhecer e claro, o mar! Estou completamente fascinada com o mar, é a primeira vez na vida que estou morando perto do mar:
 
 
E pensar que durante anos e anos eu morei tão longe do litoral que tinha que dirigir mais de 2h para ver o mar. Alvorada no mar, então? Uma imensa dificuldade, era coisa que só fazia muito de vez em quando mesmo. Hoje em 20 minutos eu estou olhando para o mar, me sinto tão sortuda por poder fazer isso que faço isso mesmo quando o céu está nublado, até mesmo quando está chovendo. 
- Nos outros dias fico em casa e aproveito esse momento mágico do dia sentada na sacada, em silêncio, olhando para o céu clareando. De trilha sonora tenho os passarinhos e um galo que canta atrás do morrinho que aparece nas fotos, adoro mesmo tudo isso:
 
 
 

segunda-feira, 2 de abril de 2018

#13 progresso 1/4

Então que 1/4 do ano já ficou para trás, uma boa hora de pensar nos meus objetivos. Apesar de ter saído bastante da minha rotina nas últimas duas semanas por conta desse mal estar generalizado. Sair da minha rotina sempre me faz ver como ela é importante para a minha felicidade.

Mas enfim, como vão meus 8 objetivos de 2018, em ordem de prioridade:
 
 
1. Cuidar bem de mim 
  • Autocompaixão: está sendo a grande novidade na minha vida. Tenho me lembrado de ser gentil comigo, evitando palavras ásperas, duras críticas etc. De vez em quando tenho uns deslizes, mas sinto que estou no caminho certo: reconhecendo as dificuldades, reconhecendo que sou imperfeita como todo mundo mais, me reconfortando. 
  • Meditação: comecei o ano meditando todos os dias, depois passei vários dias meditando dia sim, dia não... mas já faz algumas semanas que entrei na rotina de meditar todos os dias, sem exceção - e estou muito feliz mesmo com isso. Às vezes até medito mais de 1x por dia.  
  • Reconhecer as coisas boas da vida: em 2008 eu passei por um momento de grande estresse e uma das sugestões que encontrei para lidar melhor com isso foi anotar todos os dias alguma coisa positiva daquele dia. A sugestão era fazer isso por 6 meses, mas gostei tanto que continuo até hoje. Então em agosto de 2018 serão 10 anos anotando as pequenas alegrias dos meus dias. Raramente tem coisas épicas como "reconciliação com um amigo". A maioria esmagadora das anotações são coisas pequenas mesmo: "o sol entrando pela janela da cozinha", "conversei com a caixa no supermercado", "fiz carinho num cachorro que cruzou o meu caminho". 
  • Momentos de atenção plena ao longo do dia: tenho tentado prestar mais atenção do que estou fazendo, de maneira randômica. Pendurar roupa na corda ou molhar as plantas são coisas que muitas vezes acabo fazendo no modo automático. A idéia aqui é evitar o modo automático e prestar atenção na experiência. 
  • Momento só meu, todos os dias: alvorada, melhor hora do dia! Curtir a alvorada foi o que mais senti falta nesses dias que estive mal de saúde, mas vou deixar pra escrever sobre isso outro dia.
  • Adubar minha vida com pensamentos positivos: eu sempre achei que essa coisa de pensamento positivo era a maior asneira do universo... porém depois de passar por uma fase bem deprê me dei conta que pensar “isso também passará”, “eu vou fazer isso funcionar” etc é bem mais produtivo que “ó céus, ó vida, ó azar - isso não vai dar certo". Não sei se algum dia vou virar uma pessoa otimista, mas estou tentando deixar o pessimismo de lado.
  • Buscar a beleza: está sendo uma novidade também e tenho me esforçado bastante aqui. Já escrevi sobre buscar a beleza nas minhas caminhadas e pedaladas na natureza, mas tem também o "embelezar meu entorno" - outro dia vou escrever sobre isso.

2. Cuidar da minha saúde 
  • Dormir bem: voltei a desligar o celular antes da janta, ou seja, não tenho levado o celular para a cama... e meu sono melhorou bastante.  
  • Peso saudável: desencanei total em relação ao peso, e até me desconectei de alguns blogs que lia de pessoas obcecadas com peso. Realmente não quero ser esse tipo de pessoa. Parei até de me pesar. Tenho uma única calça com botão que uso pelo menos uma vez a cada 15 dias. Faz mais de 10 anos que tenho essa calça. Enquanto a calça servir, tudo bem... Se começar a ficar muito justa, ou deixar de servir, como já me aconteceu no passado, eu vou saber que está na hora de moderar os alimentos. Aliás escrevendo isso lembrei que foi sempre assim que meu pai lidou com seu peso: de uma forma natural, sem paranóias - enquanto as roupas estavam servindo, tudo estava bem e não havia motivo para se preocupar.
  • Alimentação e atividade física: tenho bebido bastante água, me alimentado de maneira saudável, bebido vinho com moderação e feito atividades (com exceção dessas últimas duas semanas). Adoro nadar, pedalar e caminhar; não tenho dificuldade em seguir uma rotina de esportes. 
  • Cuidados com a estética: sou uma pessoa bem distraída e tenho que me lembrar de depilar as pernas ou usar a pinça no rosto, às vezes esqueço. Então coloquei lembretes para isso na minha agenda e tenho mantido pelinhos indesejados sob controle, tenho lixado meus pés e tomado outros cuidados - diria que estou no bom caminho.

3. Combater a preguiça mental

Aqui estou tendo maior dificuldade:
  • Já escrevi no blog sobre a preguiça de adicionar cultura na minha vida. A situação é grave: além de não estar visitando museus, nem lembro qual foi o último livro de ficção que eu li. Logo eu que por anos e anos devorei livros de ficção. Aliás parei de ler livros de não-ficção também. Uma vez eu lia de tudo: história, religião, geopolítica, relatos de aventuras (exploração dos polos, aventuras de escaladores), enfim, qualquer assunto era interessante. Tenho evitado tudo isso por enquanto.
  • Espanhol: tem faltado ânimo pra estudar e continuo falando o portunhol tosco de toda la vida. 
  • Organização das idéias: vários assuntos dão um nó na minha cabeça. Um exemplo: feministas se manifestando na defesa de islamistas pela Europa. Hã? Pois é, já vi feministas defendendo uma religião que mantém a mulher subjugada... qual seria a explicação lógica disso? Não sei, e não vou atrás por preguiça mental, mas sinto que tinha que investigar o assunto e organizar minhas idéias a respeito.
  • Riscar coisas da minha lista de tarefas, ou seja, deixar de procrastinar. Procrastinação é um enorme problema, alguns exemplos: explorar a cidade onde moro: falhei total; estudar sobre investimentos: ainda não comecei; etc etc.  
  
4. Ser feliz com o meu marido
 
Já sou bem feliz com meu marido, mas relacionamento é o tipo de coisa que é melhor cuidar sempre. Não quero ficar acomodada e assumir que teremos continuidade por inércia.
 
  
5. Destralhar a casa, os projetos, a mente
  • Resolvi começar pela mente, destralhando algumas expectativas que eu tinha. Até adotei um mantra, pela primeira vez na vida! Vou deixar para elaborar sobre isso um outro dia.
  • Agora em abril vou me voltar ao destralhe da casa.
  
6. Manter o trabalho e as finanças em ordem
 
Para a minha surpresa, estou conseguindo manter tudo sob controle.
 
  
7. Manter contato com as pessoas queridas e conhecer gente nova
  • Estou mantendo bastante contato com as pessoas queridas, vou escrever mais sobre isso em breve porque dois acontecimentos recentes me fizeram notar que esse objetivo deveria estar mais pra cima na minha lista de prioridades.
  • Ainda não me esforcei em conhecer gente nova desde que me mudei (e lá se vão 2 anos).
  
8. Manter a casa razoavelmente limpa

Na divisão informal de tarefas que fizemos ao juntar os trapos, meu marido ficou responsável pelas compras (supermercado) e preparação da comida. Eu ajudo um pouco na cozinha, mas o grosso da limpeza da cozinha também é com ele. A limpeza do resto da casa fica por minha conta. Estou conseguindo manter a casa razoavelmente limpa, sem paranóias - e estou feliz com isso. Nas últimas 2 semanas que estive doente não fiz nada e notei a diferença que minhas limpezas fazem (prefiro fazer um pouco todo o dia, ao invés de uma grande faxina semanal).  
  
Pra encerrar: fico feliz em ter dividido tudo e pensado em cada objetivo separadamente, porque se eu não tivesse feito assim agora eu estaria chateada comigo, pensando "não fiz nada, só procrastinei". É verdade que procrastinei bastante. Mas não foi só isso que eu fiz. Mantive meu trabalho e as finanças em dia, mantive a casa relativamente limpa, mantive contato com as pessoas queridas, fiz montes de coisas divertidas com meu marido e cuidei muito bem de mim (praticando esportes, meditando etc etc). A próxima revisão será na metade do ano (semana 26) e até lá quero manter o bom andamento disso tudo e fazer algum progresso com os objetivos 3, 5 e 7.